O que somos e no que acreditamos

Por que a Qulture.Rocks existe? Por que vocês tem cultura no nome? Resolvi escrever um pouco sobre isso.

Nosso Sonho

A Qulture.Rocks existe pra levar crescimento para pessoas, times e empresas.

Crescimento para pessoas significa alinhamento com propósito, expectativas claras e bem definidas, colaboração produtiva, coaching, feedbacks construtivos rolando soltos, meritocracia, enfim, você sabe do que estou falando.

Para empresas, o crescimento vem em grande parte do crescimento das suas pessoas, que leva ao crescimento de receita, às melhorias operacionais, às margens crescentes, clientes felizes…

Ouso dizer que um não existe sem o outro.

Por que Gestão de Desempenho?

Pra gente, levar crescimento para pessoas e empresas é uma missão enorme. Um sonho mais do que grande. Achamos que a melhor forma de "atacarmos esse problema" é através da gestão de desempenho, pilar da gestão empresarial fundamental para qualquer empresa e que está passando por uma revolução.

Gestão de desempenho é sem dúvida a alavanca mais potente que existe para levar crescimento para pessoas, times e empresas.

Se queremos ter um impacto enorme no crescimento de pessoas e empresas, nada mais lógico do que focarmos no problema da gestão de desempenho. E o tema não é nada fácil.  

De um lado, praticar gestão de desempenho toma tempo e esforço. É uma das coisas que todo CEO adora dizer que acredita e pratica, mas que no "vamos ver" fica mais na conversa do que qualquer outra coisa. É um tema crucial que é muitas vezes incorretamente delegado ao RH, mas em que é fundamental que o RH trabalhe simplesmente como uma extensão dos braços do CEO da empresa.

Para complicar o que já era difícil, estamos passando por uma revolução no que se pensou nos últimos 50 anos sobre gestão de desempenho. Todo dia lemos alguma variação de "O Fim da Avaliação de Desempenho" na Harvard Business Review, no Wall Street Journal ou na Bloomberg. Empresas como Deloitte, Adobe, Juniper, GE, Netflix, Goldman Sachs e JP Morgan estão, em maior ou menor grau, rasgando o playbook de gestão de desempenho e tentando coisas novas, na luta por se manterem no topo.

Nosso negócio é ajudar empresas e líderes a navegarem por essas águas tortuosas da gestão de desempenho.

O Mundo Mudou

As coisas já não são mais como antigamente (jura?). Hoje, tecnologias "disruptivas" colocam empresas e mercados centenários de joelhos. Basta ver como os aplicativos de mobilidade urbana, liderados por empresas como Uber e 99, redesenharam nossos hábitos de transporte urbano. Ou como a Airbnb hoje tem mais "quartos" disponíveis em seu marketplace do que a maior cadeia de hotéis do mundo. Como a Amazon está caminhando para, em mais ou menos 20 anos, se tornar a maior varejista do mundo, entregando comida na sua casa em uma hora quiçá com ajuda de um drone.

Se "de fora pra dentro" a coisa está nervosa, de dentro pra fora ela está não menos desafiadora. Em alguns anos a força de trabalho corporativa vai ser dominantemente composta por millennials, pessoas nascidas nas décadas de 80 e 90 e que já usam a internet desde pequenos. O que chama-se por aí de "nativos digitais". Millennials não constroem carreiras de longo-prazo. Em vez disso fazendo passagens pontuais por empresas que lhes ofereçam mais crescimento; Millennials estão acostumados com aplicativos móveis e web com experiência de uso top. Esperam Facebooks e Snapchats e não Oracles e SAPs; Millennials não esperam o ano todo para darem e receberem feedbacks no trabalho. Antes disso eles já estarão procurando emprego na Netflix ou no Google, enquanto seu RH fica pensando se tem eles têm "maturidade suficiente" para práticas novas.

E você está preso dentre essa cruz (o mercado) e essa espada (sua força de trabalho jovem).

O Que Funcionava Não Funciona Mais

Neste admirável mundo novo, o que talvez funcionasse antes já não funciona mais.

Esperar a avaliação de desempenho burocrática do fim do ano para receber feedbacks não funciona mais; contratar metas em Janeiro e revê-las em Dezembro não funciona mais; não poder dar e pedir feedbacks para todos na organização não funciona mais.

Tudo o que é complexo demais e desconectado das necessidades do seu colaborador não funciona mais.

E pilotar sua empresa em ciclos de um ano também não funciona mais. Imagine um navio cujo GPS corrije sua rota apenas uma vez por semana. Essa analogia é perfeita pra descrever empresas que fazem planejamentos e gestão por metas (e por que não feedbacks e conversas de desempenho e carreira?) uma vez por ano.

Preciso dizer mais?

As consequências de se ignorar esse movimento são desastrosas. A Amazon atacando seu negócio de um lado e seu melhor colaborador pedindo emprego para o Google.

De um lado, sua empresa fica ainda mais vulnerável a um concorrente do Vale do Silício que pode tirá-la dos eixos. Até seu próximo ciclo de metas começar, uma Netflix já tomou de assalto seu mercado. Do outro, seus colaboradores millennials não vão ficar dando sopa em uma empresa desconectada com o presente. Até receberem o próximo feedback "pra inglês ver", vão estar avançados em um processo seletivo para uma empresa mais bacana e antenada de se trabalhar.

Para Isso Existe a Qulture.Rocks

É isso o que fazemos: ajudar empresas como a sua a enfrentar os desafios da gestão de desempenho. Nossa jornada começou em 2015 e hoje já atendemos mais de 40 empresas e 16 mil colaboradores a crescerem. Ajudamos, de um lado, empresas como Suzano Papel e Celulose e Pátria Investimentos a modernizarem o que já existe (na Suzano, por exemplo, qualquer um pode dar ou pedir um feedback a qualquer colega e a qualquer momento, inclusive para o seu CEO, Walter Schalka). Ajudamos, de outro lado, empresas como Nubank, 99 Taxis e ContaAzul a criarem do zero suas práticas de gestão de desempenho. Tudo com base nas práticas mais modernas do tema.

É fácil? Não. Nunca dissemos que é fácil. Mas é altamente factível com um pouco de esforço e dedicação. E absolutamente necessário. Questão de sobrevivência.

Nossa História

Agora que você já sabe um pouco do que nos fez criar a Qulture.Rocks, vou contar um pouco da nossa história.

A Qulture.Rocks nasceu, pode-se dizer, quando deixei uma carreira de 10 anos no mercado financeiro para empreender. Naquela época eu sabia muito pouco do que queria fazer, mas sabia o que não queria fazer: não queria mais trabalhar sem sentir uma conexão profunda com o que fazia; sem sentir que estava crescendo pessoal e profissionalmente, suportado por uma organização que me desse recursos para isso; sem que me sentisse rodeado de gente mais talentosa que eu; sem que estivesse inserido em uma cultura organizacional forte e orientada para o bem.

E pensando bem (aqui, um pouco de "lanterna de popa" ajuda muito), esses sintomas são sintomas de uma gestão de desempenho fraca e deixada de lado. Fruto de uma cultura que não entende o assunto como pilar do seu sucesso.

Essa vida que deixei para trás, olhando agora com as lentes da Qulture.Rocks, era uma de falta de feedbacks; de falta de 1:1s; de processos caducos de avaliação de desempenho anual que não me ajudavam em nada, repito, nada, a crescer como pessoa e profissional.

O primeiro passo dessa jornada foi procurar uma empresa onde esse assunto era prioridade. Achei isso na Ambev, e gostei tanto do que vi que acabei escrevendo um livro sobre a cultura e as práticas de gestão criadas pelo trio "fundador" da Ambev: Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira. Nessa época eu decidi: "quero levar isso pra todas as empresas do Brasil".

Ao longo da jornada vi que o modelo "3G" era excelente para empresas industriais e de varejo onde eficiência operacional é o nome do jogo. Mas muito menos eficiente, se levado ao pé da letra, para empresas onde inovação, alto crescimento orgânico e tecnologia eram a realidade. Então fui pesquisar o que os reis desse novo mundo, as empresas do Vale do Silício, estavam fazendo com sua gestão de desempenho. Foi quando aprendi mais sobre feedbacks ongoing, metas ágeis (as chamadas OKRs, ou Objectives and Key-Results), one-on-ones, inteligência artificial, people analytics e esse universo de possibilidades potencializadas pela tecnologia de ponta.

Desde então, o que fazemos é fazer a ponte entre esses dois mundos.

Nossa História: De Onde Veio a Qulture.Rocks

A Qulture.Rocks nasceu da frustração de um dos nossos colaboradores, Francisco Mello (nosso CEO) com a sua falta de crescimento no trabalho.

Ele trabalhava em um grande banco e via que havia muito pouca preocupação com alinhamento, reconhecimento e desenvolvimento por lá, e quis mudar isso de uma vez por todas, levando crescimento para pessoas e empresas através de produtos digitais e conteúdo.

Veja o vídeo abaixo:

 

Nosso Propósito: Por que a Qulture.Rocks existe no mundo?

Muitas empresas têm sua missão. Aqui na Qulture.Rocks, temos nosso Propósito. Nosso Propósito é nossa razão de existir. É a falta que faríamos no mundo se sumíssemos do mapa.

Nosso Propósito é levar crescimento para pessoas e empresas, nessa ordem.

Acreditamos muito no nosso Propósito de levar crescimento pessoal e profissional para as pessoas nas organizações, através de reconhecimento, alinhamento e desenvolvimento. Se ajudarmos as pessoas a crescer, estaremos necessariamente levando crescimento para as organizações.

Veja no vídeo abaixo nosso CEO, Francisco Mello, discutindo nosso Propósito:

 

Nosso Sonho: Onde Queremos Chegar (Dica: Muito Longe)

Nosso sonho aqui na Qulture.Rocks é ser uma empresa altamente desejada por colaboradores e clientes, atuais e futuros.

Por que esse sonho?

Aqui na Qulture acreditamos que nosso melhor produto tem que ser a nossa empresa: uma empresa incrível, com gente muito talentosa, ambiciosa e trabalhando junto na mesma direção. Acreditamos que se criarmos uma empresa incrível para nossos colaboradores (tanto os que já estão com a gente quanto os que estão por vir), todo o resto seguirá.

O que é uma empresa incrível? Um bom começo é vivermos nosso Jeito no dia a dia.

Veja o vídeo abaixo e ouça do nosso CEO, Francisco Mello, um pouco mais sobre o nosso Sonho:

 

Sucesso Para o Cliente: Liliane Takemoto, Customer Success Analyst

Começou na Qulture: Dezembro de 2016

Primeiro papel: Estagiária

Papel atual: Customer Success Analyst


O que você faz aqui na Qulture.Rocks?

Trabalho no time de Customer Success. Nossa missão é fazer com que os clientes obtenham sucesso em suas práticas de gestão de performance através da plataforma Qulture.Rocks. Meu trabalho é ser o ponto de contato dos clientes com a Qulture, implementando a ferramenta, acompanhando seus processos e propondo melhorias com base nas melhores práticas que observamos trabalhando com mais de 40 clientes.

Então basicamente meu dia a dia é todo falando e interagindo com nossos clientes. Pode-se dizer que somos bem próximos.

Qual impacto você teve na Qulture desde que se tornou parte do time? Conte alguns highlights.

Tenho muito orgulho de ter participado da definição e implementação de práticas de gestão de performance em muitas empresas que admiro muito. Ver essas práticas saindo do papel e virando realidade, impactando a vida de um monte de gente, é muito gratificante. Hoje atendo uma carteira de aproximadamente 40 clientes, que confiam em mim para todas as suas necessidades.

Além de cuidar dos clientes, temos muito trabalho a fazer estruturando a área de Customer Success. Criamos e executamos nossa metodologia de implementação da ferramenta (e das práticas), mapeamos os processos da área, e agora estamos buscando mais uma pessoa pra atender os clientes que vêm pela frente!

Qual sua história de vida? Por onde já passou?

Nasci em São José do Rio Preto, interior de SP. Ao longo da minha infância morei em várias cidades por conta do trabalho dos meus pais, até me estabelecer em Mogi das Cruzes. Fiz todo o ensino médio em Mogi e depois fui fazer Engenharia de Produção na USP campus Lorena, no caminho para o Rio de Janeiro. Em Lorena participei de alguns projetos na área de engenharia de produção em sua maioria voltados para a área acadêmica. Também fiz parte de um núcleo de empreendedorismo que me deu a oportunidade de conhecer a Qulture.Rocks, meu primeiro estágio. Hoje já fui efetivada, e sou Analista de Customer Success.

Conte alguma grande conquista da sua vida...

Uma coisa que me marcou muito foi um projeto que participei na faculdade chamado Campus Zero. Foi um projeto que começou no primeiro semestre da faculdade e depois foi ganhando grandes proporções. Era uma projeto que nosso grupo precisava fazer pra ganhar nota na matéria daquele semestre e que depois conseguimos um financiamento da USP de R$ 50.000,00 para colocá-lo em prática e ao final dele fomos apresentá-lo na Europa. Foi bem legal!

Como você descreveria a cultura da Qulture.Rocks? 

Na Qulture todo mundo trabalha duro e se diverte o dia todo. Todas as áreas trabalham lado a lado, o que facilita muito nossa comunicação. Não importa a qual área você pertence, você acaba se envolvendo com as outras o que é muito legal! Você acaba conhecendo um pouco sobre o produto (parte de programação), sobre vendas, sobre tudo! 

Como é trabalhar na Qulture.Rocks?

Trabalhar na Qulture é divertido. Pra começar, todo mundo tem mais ou menos a mesma idade, e tira muito sarro o dia todo. 

O escritório é muito legal! Estar no Cubo foi uma das coisas que me atraiu em ir pra Qulture.Rocks. Agora temos uma salinha só nossa no Cubo, então estamos podendo ficar mais juntos e ter mais liberdade. Como não temos cadeira pra todos, o ultimo a chegar senta na bola de pilates :) Brincadeiras à parte, vamos arrumar uma cadeira pra você quando você vier trabalhar conosco! rsrs Diferentemente do Google onde você pode andar pelo escritório de bicicleta, nós temos um patinete que é bem mais legal! Os horários de trabalhos são flexíveis, além disso, você pode fazer home office quando precisar.

Mas o mais legal são as pessoas e o crescimento profissional. A Qulture cresceu muito em apenas dois anos e pouco de existência, porque ela foi construída por pessoas incríveis que admiro muito! São pessoas que buscam ser melhorar e se desenvolver a cada dia e trabalham duro pra isso. Fazer parte desse time me faz querer ser como eles.

Carioca de Nascimento, Paulistano de Coração: Bruno Maia, UX/UI Designer

Começou na Qulture: Março de 2017

Primeiro papel: UX/UI Designer


Conte o que você faz na Qulture.Rocks

Eu sou UX/UI designer e além de trabalhar em toda a identidade visual da empresa meu objetivo é fazer com que o usuário do aplicativo (web e mobile) da Qulture.Rocks tenha a melhor experiência de interação possível, através de telas bem diagramadas, arquitetura da informação bem planejada e com um apelo estético apurado. É muito importante que eu pense em maneiras de fazer o usuário utilizar a ferramenta no seu dia-a-dia de uma maneira simples e intuitiva, que não seja um esforço ou apenas uma tarefa chata e obrigatória no seu dia, assim podemos ajudar ele e a sua empresa a criar culturas incríveis, que é o objetivo da Qulture.Rocks.

Qual impacto você teve na Qulture desde que se tornou parte do time? Conte alguns highlights.

Acredito que com a minha entrada e equipe está ficando bem mais preocupada com a apresentação e utilização do nossa identidade visual! Até as pessoas de áreas que normalmente não se preocupam muito com o visual como programadores e administradores vem me pedir conselhos de como adequar suas apresentações e dados de acordo com o manual de identidade da Qulture.Rocks.

Qual sua história de vida? Por onde já passou?

Desde a pequeno sempre fui muito fascinado por tecnologia. Tive o meu primeiro computador muito novo pois meu pai também adora novidades. Tive meu primeiro “negócio” aos 13 anos e foi um site de restaurantes online que na época dava até pra fazer pedido em um deles através de um form mail… Depois tive um site de “baladas” aos 17 anos que mostrava as melhores festas do Rio e eu ia fotografar as festas.

Depois disso fiz faculdade de Design na PUC-Rio, estagiei na encubadora nos meus primeiros semestres e depois fui para a Rede Globo. Mas sempre tive uma veia empreendedora por isso saí para criar o meu próprio negócio com um amigo da faculdade, nasceu então a Boo! Studio. Por 6 anos fiquei no escritório até que não estava mais me sentindo desafiado e resolvi sair para procurar novos desafios! Fiquei por 1 ano trabalhando em uma produtora de vídeos com um outro grande amigo meu (Aria Filmes) até que comecei a sentir falta do Design, porém além de por a mão na massa eu gostaria muito de evoluir na área estratégica e de design thinking e por isso resolvi dar um passo maior e me mudar para São Paulo, onde no Brasil, sem dúvidas está o mercado e todas as oportunidades de crescimento e evolução na área. Agora estou na Qulture e justamente por ser uma empresa que tem totalmente a minha cara, uma empresa que te incentiva o sentimento de ownership, de trabalhar como se a empresa e o produto fossem seus (e são). :)

Conte alguma grande conquista da sua vida? Alguma coisa distintiva que você já fez?

Acredito que mesmo tendo saído, uma grande conquista minha foi ter mantido uma empresa de sucesso no Brasil. Mesmo não sendo um escritório grande, nós sempre tivemos bastante trabalho e com clientes pequenos e grandes. Tínhamos um pensamento muito parecido com o da Qulture que era fazer nossos funcionários tratarem a empresa como se fosse deles.

Como você descreveria a cultura da Qulture.Rocks?

Como falei acima, além de todos na equipe trabalharem como se a empresa fosse sua, todos trabalham com paixão pelo produto e com muita alegria. Somos muito focados nos nossos clientes e sempre querendo que nossa ferramenta gere muito valor para eles e que crie mais pessoas e empresas melhores e culturas incríveis. Todos na equipe estão sempre querendo evoluir e crescer, pessoalmente e profissionalmente. Pelo que percebo e falando por mim também, ninguém da equipe odeia segunda feira, muito pelo contrário! :P

Como é trabalhar na Qulture.Rocks?

Muito divertido! É engraçado que quando me mudei do Rio eu não tinha idéia do que me esperava aqui em SP, mas já no primeiro dia o pessoal me recebeu super bem e todos (mesmo que com diferentes backgrounds) tem um mesmo clima e feeling é um ambiente muito leve e me surpreendeu bastante. Todo mundo está sempre disposto a te ajudar e a evoluir. O Kiko está sempre passando mil livros, vídeos e matérias que estão me ajudando a evoluir MUITO e não só no design, o que está me deu uma visão muito mais ampla, seja de RH, psicologia, gestão de negócios e muitas outras coisas que nunca pensei em ler e estudar.

Vendas e Negócios: André Varela, Sales Development Rep

Começou na Qulture: Junho de 2017

Primeiro papel: Business Development Representative


Conte o que você faz na Qulture.Rocks

A Qulture.Rocks é uma plataforma de ferramentas digitais para auxiliar na gestão de performance. A nossa missão é de compartilhar nosso conhecimento e, através do uso das nossas ferramentas, auxiliar no crescimento profissional dos usuários, fortalecendo assim a empresa como um todo. Entrei na Qulture há pouco tempo. Meu trabalho é qualificar leads e gerar as melhores oportunidades de negócio para aumentarmos o número de vendas e de clientes com fit para utilizar nossas ferramentas da melhor maneira possível.

Qual sua história de vida? Por onde já passou?

Minha principal experiência foi trabalhando em uma empresa de traduções jurídicas, prestando serviços para escritórios de advocacia. Foi lá onde eu realmente comecei a evoluir profissionalmente. Comecei trabalhando com contato com o cliente, cadastramento, esclarecimento de dúvidas em relação à todas as etapas do serviço, elaboração de orçamentos, negociação de prazos e descontos, análise e classificação de documentos, comparação com banco de dados (minimização de custos), alocação de recursos com tradutores internos e externos, entrega das traduções, avaliação de pós-venda. Por ser uma empresa pequena, ao longo do meu desenvolvimento fui acumulando tarefas na área de comunicação entre empresa e agência de marketing (terceirizada), trabalhei na construção do nosso site, ba identidade de marca e branding, planos de comunicação, entre outros, além de trabalhar também com a captação e retenção de clientes. Deu pra perceber que eu fazia um pouco de tudo lá rsrrsrs.

Conte alguma grande conquista da sua vida? Alguma coisa distintiva que você já fez?

Durante a infância, pratiquei natação por cerca de 10 anos e participei (e ganhei) algumas competições locais na minha cidade. Também fui escoteiro e acampava frequentemente até os 14 anos. Nos últimos tempos, passei cerca de 5 meses viajando, entre intercâmbio em Malta e algumas viagens por outros países na Europa. Em Malta, morei com estudantes das mais diversas culturas, países como Argélia, Sérvia, Síria, entre outros. Passamos dificuldades e alegrias juntos, e posso dizer que esse tempo fora foi um ponto de reflexão na visão do que eu quero para a minha vida. 

Como você descreveria a cultura da Qulture.Rocks? 

Uma cultura leve, de pessoas que amam e acreditam no que fazem, com ambiente descontraído e de desenvolvimento contínuo.

Como é trabalhar na Qulture.Rocks?

Esses meus primeiros dias na Qulture têm sido um aprendizado contínuo e estou muito animado com o futuro na empresa!
 

Argentina, Blockchains e Gestão: Manuel Puyol, Estagiá Quadrimestral Poli-USP

Começou na Qulture: Janeiro de 2017

Primeiro papel: Full-Stack Software Development Intern


A Qulture.Rocks é um celeiro de estagiários do programa Quadrimestral da faculdade de Engenharia Elétrica de Computação da POLI-USP. Os Co-CTOs da Qulture, Fred e João, são ambos egressos do programa, tendo começado na empresa como estagiários e se tornando rapidamente Co-CTOs e sócios. Nesse post, falamos um pouco com Manuel Puyol, estagiário do programa quadrimestral da POLI.

Conte o que você faz na Qulture.Rocks

Eu sou um desenvolvedor tanto de front quanto de back-end na Qulture. Como desenvolvedor, meu trabalho é criar e implementar novas funcionalidades para nossa aplicação, além de manter e atualizar tudo que já existe, buscando sempre o aprimoramento de nossa ferramenta.

Qual impacto você teve na Qulture desde que se tornou parte do time? Conte alguns highlights.

Quando entrei na Qulture, o time de produto era metade do tamanho que é hoje e ainda estava por definir muitas coisas. Comecei meu trabalho como um programador apenas de front-end e com o tempo fui migrando para um trabalho full-stack.

Desde que entrei, sempre fui muito crítico em relação aos processos e aos estilos do nosso código, portanto, sempre busquei ajudar nessas definições.

Qual sua história de vida? Por onde já passou?

Eu sou aluno de Engenharia da Computação da POLI-USP e já passei por estágios de todos os tipos possíveis. Comecei trabalhando em uma startup de quatro pessoas que fazia aplicativos mobile, passei por uma outra empresa que lidava com softwares para a área da saúde e estagiei na área de TI de um grande banco de investimentos brasileiro. Depois de testar essas diversas áreas e definido o estilo de empresa que eu gosto, entrei na Qulture através de um amigo que já trabalhava aqui e me chamou para ajudar o time.

Ah, e minha família é argentina. Meus pais vieram para o Brasil um pouco antes de eu nascer. Então às vezes confundo Português com Espanhol, mas tá tudo certo!

Conte alguma grande conquista da sua vida? Alguma coisa distintiva que você já fez?

A grande conquista que tive foi entrar na USP, algo que sonhei desde que tenho noção do que é uma faculdade. Nela fiz algumas coisas interessantes, ajudei a criar um novo grupo de extensão, fiz aplicativos mobile e estou desenvolvendo um TCC numa área pela qual sou muito apaixonado, de moedas criptografadas e protocolos de blockchain.

Como você descreveria a cultura da Qulture.Rocks? 

Acredito que a Qulture tem uma cultura bem específica, sempre trabalhando duro e buscando a excelência, tendo o crescimento da empresa sempre em foco e como grande objetivo. Mas isso não acaba com o espírito jovem e descontraído: acho que eu poderia resumir em diversão e excelência.

Como é trabalhar na Qulture.Rocks? 

Trabalhar na Qulture é simplesmente divertido. Não importa o que esteja acontecendo, sempre alguém está rindo, está feliz. Mesmo naqueles dias de desespero em que você fica até mais tarde para acabar algo, você continua se divertindo, seja com a pizza das 3 da manhã, seja com a batalha de nerfs que pode surgir como um break do trabalho.

Além disso, todas as pessoas são muito abertas a conversas e você pode aprender muito sobre distintas áreas com cada uma das pessoas daqui.
 

Dos Video Games à Gestão de Performance: Erick Takeshi

Começou na Qulture: Janeiro de 2017

Primeiro papel: Full-stack Software Engineering Intern - Junior

Papel atual: Full-stack Software Engineering Intern - Pleno


Conte o que você faz na Qulture.Rocks.

Trabalho na área de produto, mais especificamente na área de desenvolvimento web.
Meu papel aqui dentro da Qulture é de entregar um software bem estruturado, capaz de escalar e ser mantido com rapidez e segurança. Mais do que isso, entregar um produto que realmente auxilie no processo de gestão de performance nas empresas.

Qual impacto você teve na Qulture desde que se tornou parte do time? Conte alguns highlights.

Acredito que eu pude acrescentar mais tração ao time de produto, aumentando a velocidade com que as entregas estão sendo feitas. Recentemente pude contribuir para o processo de onboarding de novos membros ao time de desenvolvimento, alinhando o caminho das pedras para que novos integrantes do time possam gerar valor para o time o mais rápido possível.

Qual sua história de vida? Por onde já passou?

Meu interesse por tecnologia vem desde a minha infância, grande parte por ser fascinado por video games e internet. O meu primeiro contato com programação foi devido a um software de automatização de tarefas em jogos online: na época era necessário escrever scripts que seriam capazes de executar um fluxo de jogo automaticamente. Foi uma fase muito boa.

Por conta disso acabei me interessando pelos cursos de Ciência da Computação e Engenharia de Computação, e acabei optando pelo segundo na Escola Politécnica da USP.

Conte alguma grande conquista da sua vida? Alguma coisa distintiva que você já fez?

Acredito que uma das minhas maiores conquistas seja o meu ingresso na Poli-USP. Foram 2 anos de muita dedicação e esforço para conseguir superar as lacunas deixadas pelo ensino público. Me sinto muito realizado ao perceber que tudo isto valeu a pena no final.

Como você descreveria a cultura da Qulture.Rocks? 

Na Qulture temos um ambiente de trabalho bem descontraído, um reflexo de que as pessoas trabalham com muita paixão e gostam do que fazem. O desenvolvimento do time como um todo é uma preocupação real e todos possuem a mentalidade de crescer e fazer crescer. Outro aspecto importante é que todos se preocupam muito com suas entregas, se estão entregando o máximo e se isso está sendo feito da maneira correta.  

Como é trabalhar na Qulture.Rocks?

Trabalhar na Qulture é uma experiência fantástica, a real preocupação com o desenvolvimento de seus colaboradores é o que faz com que isso se torne algo único. Além disso, poder estar envolvido com gente apaixonada pelo o que faz e que se sentem felizes com o que fazem torna tudo muito mais agradável.
 

Da Música para o Código: Fred Castro, Co-CTO

Começou na Qulture: Outubro de 2015

Primeiro papel: Full-stack Software Development Intern - Pleno

Papel atual: Co-CTO


Conte o que você faz na Qulture.Rocks

O propósito da Qulture.Rocks é nutrir culturas incríveis e, com isso, empoderar as pessoas para crescerem no trabalho. Minha parte nessa história, como um co-CTO apaixonado pela Qulture, é ajudar o time de produto a entregar o melhor software de gestão de talentos do mundo. Para isso acontecer no dia a dia, eu tenho algumas frentes de trabalho:
 
Gestão do time de produto: Para conseguirmos entregar um produto excelente, precisamos de um time excelente. Para isso, organizo as rotinas e tarefas do time, como reuniões e planejamentos. Para que o time consiga rodar bem e ainda assim ficar antenado com o que acontece no resto da empresa, eu sirvo de canal de difusão entre as reuniões extra time de produto e o nosso time. Também faço 1:1s com todos os membros da equipe para que cada um fique sempre alinhado com a rota do time e da empresa e também atento a seu próprio desenvolvimento profissional.
 
Gestão do produto: Cuido do backlog e dos processos de desenvolvimento e manutenção do nosso software. Também sou o principal contato do cliente e time de customer success da Qulture com o time de produto, negociando pedidos de features, por exemplo.
 
Comunicação com outras áreas: Um dos aspectos fundamentais do sucesso de uma empresa é a transmissão de informação intra e inter times. Assim, também faz parte da minha rotina estabelecer e manter canais de comunicação para que a informação esteja disponível para qualquer pessoa que precisar na empresa. Um exemplo é manter a informação de novos releases de features no software disponível e atualizada para consulta.
 
Desenvolvimento do software: Em meio a tudo isso, ainda dedico um tempo para progamar e fazer revisão de código dos outros engenheiros.

Qual impacto você teve na Qulture desde que se tornou parte do time?

Alguns exemplos que me vêm à cabeça:
 
Aproximação entre o desenvolvimento do nosso software com os clientes. Lembro que alguns meses depois que entrei na Qulture o Kiko (nosso founder e CEO) já começou a me levar em reuniões com clientes e a me incentivar a abraçar esse papel. Temos um produto que tem como público alvo todas as pessoas da empresa, então é bem importante que haja esse elo entre a parte técnica de engenharia com a parte humana, que são nossos queridos clientes.
Liderar, junto à equipe, a definição e organização dos processos do time de produto, como por exemplo o pipeline de desenvolvimento do software e sua integração com o pipeline de bug tracking.

Iniciar e manter ativo o knowledge base interno do time de produto, tornando disponíveis informações sobre os processos, documentação para outros times e para a equipe de engenharia, entre outros. 

Qual sua história de vida? Por onde já passou?

Minha trajetória é um pouco diferente da média por aqui. Antes dessa vida de startups, empreendedorismo e performance management eu era músico. Me formei no curso de música popular na unicamp e trabalhei uns 10 anos como músico profissional e professor de guitarra e violão. Depois de me formar, mudei de campinas para são paulo e passei ótimos anos tocando guitarra numa banda de pop rock de sampa. Foi uma experiência sensacional, conheci muita gente bacana e talentosa, viajei bastante pelo país, tive oportunidade de participar de shows maravilhosos. 
 
Mas como muita gente sabe, viver de música no nosso <br> não é das coisas mais fáceis. Assim, passado um tempo, tomei a decisão, de mudar de carreira. Precisava encontrar algo que não me deixasse ver o tempo passar, assim como tocar guitarra e lá estava: computador! 
 
Decisão tomada, partiu estudar tudo de novo e, depois de um ano de cursinho pra desenterrar informações super úteis como o oxigênio ser o aceptor final da cadeia de elétrons no ciclo de krebs, acabei entrando no curso de engenharia de computação na poli. 
 
Nova vida, back to square one. Como era de se esperar, apanhei bastante de cálculo, física e cia. Mas de novo estava num ambiente com muita gente boa. Apesar de ser o tio da galerinha, convivi - aliás, convivo, me formo esse ano :) - com muita gente brilhante que me ensinou demais. Passados uns anos, no final de 2015, logo depois de voltar de um intercâmbio de um ano nos estados unidos, o João Marinho, um dos amigos de poli, me chamou falando que estava numa startup nova “muito loka” e que estavam precisando de programador freela. Topei na hora.
 
Foi assim que minha história na Qulture começou. De freela a estagiário e depois a sócio e co-CTO junto com o João, pude ver e participar desde quase o início (da equipe atual na empresa eu fui o terceiro a chegar) a empresa crescer e crescer rápido. 
Conte alguma grande conquista da sua vida? Alguma coisa distintiva que você já fez?
 
Acho que uma grande conquista foi poder viver ‘duas vidas’ diferentes e muito bacanas. 
 
Experimentei a vida artística, tocar guitarra num palco em frente à milhares de pessoas cantando junto é uma experiência surreal. Estudar música me permitiu abrir janelas para perceber o mundo de uma maneira diferente, coisa que levo pra sempre.
 
Agora na nova vida de empreendedorismo, estou experimentando outras dimensões e de uma maneira sensacional. Eu bem poderia ter entrado em uma mega multinacional em que ficaria, quem sabe, imerso em uma realidade específica de um departamento de TI. Na Qulture, contudo, além de participar do nascimento de uma puta empresa, ainda temos o diferencial de nosso business ser algo que está conectado com o cerne de todas as empresas existentes: o RH. Então aqui tenho uma oportunidade bem particular de crescimento profissional.

Como você descreveria a cultura da Qulture.Rocks? 

Uma conversa que andamos tendo aqui dentro da Qulture é a cultura real versus a cultura desejada nas empresas. A Qulture possui um driver muito forte de aproximação entre essas ‘duas culturas’ liderado pelo Kiko. Isso faz com que seja fácil de identificar no dia a dia que se trata de uma empresa cheia de energia, com muita gente inteligente que quer causar um mega impacto positivo na vida das pessoas fazendo coisas no mínimo excelentes. 

Como é trabalhar na Qulture.Rocks?

É aprender sempre, repensar o status quo sempre, melhorar sempre. A barra é alta, a recompensa é enorme. Estamos construindo uma empresa incrível com gente espetacular.
 

Servindo a Outros Q-Players: Francisco Mello, CEO

 
Francisco Mello, CEO da Qulture.Rocks
 

Começou na Qulture: Abril de 2015

Primeiro papel: Fundador

Papel atual: CEO


Conte o que você faz na Qulture.Rocks

Nós acreditamos aqui na Qulture que pra que possamos realizar nossa missão, de ajudar a gerar crescimento em pessoas e empresas através de culturas incríveis, nosso melhor produto tem que ser a própria Qulture.Rocks. Uma empresa incrível, cheia de gente apaixonada, animada, remando na mesma direção, vai invariavelmente fazer produtos e serviços incríveis e agradar muito aos seus clientes. Eu, como CEO da empresa, tenho como responsabilidade fazer de tudo pra que a empresa seja incrível, atraia as pessoas certas, as desenvolva, etc. Então tento gastar o grosso do meu tempo dando a todos os recursos, direcionamento e ajuda pra que juntos façamos da Qulture uma empresa incrível.

Conte alguns highlights da sua história junto da Qulture.Rocks

Tenho muita sorte de ter acompanhado cada passo da empresa. Acho que nossa primeira venda foi um marco importante. Lembro até hoje. Liguei pra minha mãe pra contar que tínhamos fechado um contrato. Ela ficou pasma com o valor, achou que era muito pouco. Mas foi o primeiro e significou muito pra gente. Nossa mudança pro Cubo também foi muito bacana: até então trabalhávamos de maneira remota, e termos um lugar pra ir todo dia foi muito bacana.

Mas o maior impacto que eu tive na Qulture, sem dúvida, foi ter trazido as pessoas que eu trouxe pro time, que por sua vez trouxeram outras pessoas incríveis e que hoje formam esse time maravilhoso. E tomar conta dessas pessoas, dando a elas desafios compatíveis com seu esforço e vontade de crescer é o maior impacto que eu posso ter na empresa.

Qual sua história de vida? Por onde já passou?

Sou de Campinas, São Paulo, onde vivi até começar a faculdade de administração de empresas na FGV. Fui trainee de um banco de investimentos chamado Itaú BBA, depois me juntei a uma firma de investimentos chamada BTG, que comprou o Banco UBS Pactual, virando BTG Pactual. Fiquei lá de 2008 até 2014. Saí pra empreender, passando rapidamente pela Nubank, onde aprendi um pouco sobre tecnologia e o jeito do Vale do Silício de se construir grandes empresas. Depois disso fundei a Qulture.Rocks, e sinceramente não me vejo fazendo outra coisa até o fim da minha carreira :) 

No tempo livre gosto muito de ler e ficar com minha mulher, Dani, e nossas "filhas", Eureka e Eugênia, uma Whippet e uma Jack Russel, respectivamente.

Conte alguma grande conquista da sua vida? Alguma coisa distintiva que você já fez?

Acho que a Qulture.Rocks é o que eu fiz de mais bacana na minha vida. Mas as pessoas tendem a ficar muito mais impressionadas com o fato de eu ter terminado um Ironman (em 2013) e alguns meios Ironmans. Foi uma conquista muito bacana, da qual tenho muito orgulho!

Como você descreveria a cultura da Qulture.Rocks?

A cultura da Qulture.Rocks? Acho que tem alguns aspectos distintivos… Sem dúvida nos divertimos muito no escritório. Somos muito sarristas e informais. Nem parece uma empresa hahahaha. Acho que a gente é sempre muito orientado pro valor que a gente gera pro nosso cliente. É uma coisa que eu tento fazer entrar na cabeça da turma, sempre. Tudo o que a gente faz tem que gerar valor pro nosso cliente final, e pensar como maximizar nosso impacto é muito importante. Acho que também temos muito forte essa coisa de trabalhar com paixão. Eu tenho muita sorte de fazer o que eu gosto, e essa jornada me fez muito feliz, trabalhando bastante e com alegria, com excelência, etc. Então sem dúvida queremos gente apaixonada, com brilho nos olhos, compartilhando o sonho com a gente.