Argentina, Blockchains e Gestão: Manuel Puyol, Estagiá Quadrimestral Poli-USP

Começou na Qulture: Janeiro de 2017

Primeiro papel: Full-Stack Software Development Intern


A Qulture.Rocks é um celeiro de estagiários do programa Quadrimestral da faculdade de Engenharia Elétrica de Computação da POLI-USP. Os Co-CTOs da Qulture, Fred e João, são ambos egressos do programa, tendo começado na empresa como estagiários e se tornando rapidamente Co-CTOs e sócios. Nesse post, falamos um pouco com Manuel Puyol, estagiário do programa quadrimestral da POLI.

Conte o que você faz na Qulture.Rocks

Eu sou um desenvolvedor tanto de front quanto de back-end na Qulture. Como desenvolvedor, meu trabalho é criar e implementar novas funcionalidades para nossa aplicação, além de manter e atualizar tudo que já existe, buscando sempre o aprimoramento de nossa ferramenta.

Qual impacto você teve na Qulture desde que se tornou parte do time? Conte alguns highlights.

Quando entrei na Qulture, o time de produto era metade do tamanho que é hoje e ainda estava por definir muitas coisas. Comecei meu trabalho como um programador apenas de front-end e com o tempo fui migrando para um trabalho full-stack.

Desde que entrei, sempre fui muito crítico em relação aos processos e aos estilos do nosso código, portanto, sempre busquei ajudar nessas definições.

Qual sua história de vida? Por onde já passou?

Eu sou aluno de Engenharia da Computação da POLI-USP e já passei por estágios de todos os tipos possíveis. Comecei trabalhando em uma startup de quatro pessoas que fazia aplicativos mobile, passei por uma outra empresa que lidava com softwares para a área da saúde e estagiei na área de TI de um grande banco de investimentos brasileiro. Depois de testar essas diversas áreas e definido o estilo de empresa que eu gosto, entrei na Qulture através de um amigo que já trabalhava aqui e me chamou para ajudar o time.

Ah, e minha família é argentina. Meus pais vieram para o Brasil um pouco antes de eu nascer. Então às vezes confundo Português com Espanhol, mas tá tudo certo!

Conte alguma grande conquista da sua vida? Alguma coisa distintiva que você já fez?

A grande conquista que tive foi entrar na USP, algo que sonhei desde que tenho noção do que é uma faculdade. Nela fiz algumas coisas interessantes, ajudei a criar um novo grupo de extensão, fiz aplicativos mobile e estou desenvolvendo um TCC numa área pela qual sou muito apaixonado, de moedas criptografadas e protocolos de blockchain.

Como você descreveria a cultura da Qulture.Rocks? 

Acredito que a Qulture tem uma cultura bem específica, sempre trabalhando duro e buscando a excelência, tendo o crescimento da empresa sempre em foco e como grande objetivo. Mas isso não acaba com o espírito jovem e descontraído: acho que eu poderia resumir em diversão e excelência.

Como é trabalhar na Qulture.Rocks? 

Trabalhar na Qulture é simplesmente divertido. Não importa o que esteja acontecendo, sempre alguém está rindo, está feliz. Mesmo naqueles dias de desespero em que você fica até mais tarde para acabar algo, você continua se divertindo, seja com a pizza das 3 da manhã, seja com a batalha de nerfs que pode surgir como um break do trabalho.

Além disso, todas as pessoas são muito abertas a conversas e você pode aprender muito sobre distintas áreas com cada uma das pessoas daqui.