Não é de hoje que transformar diversidade, equidade e inclusão em parte da cultura de uma organização exige criar oportunidades contínuas de aprendizagem, capazes de aproximar esses temas das situações que as pessoas realmente encontram no trabalho.
Na Claro, esse desafio ganha uma dimensão ainda maior diante de uma organização com milhares de profissionais, diferentes áreas, níveis de liderança e realidades. Para apoiar essa jornada, a empresa encontrou na educação corporativa uma forma de ampliar o letramento sobre diversidade e tornar o aprendizado mais próximo do cotidiano.
Em parceria com a Qulture Rocks, a Claro desenvolveu conteúdos customizados que transformam situações reais em experiências de aprendizagem, conectando diversidade, acessibilidade e inclusão à própria cultura da organização.
Sobre a Claro
A Claro é uma das principais empresas de telecomunicações do Brasil e faz parte da América Móvil, grupo de serviços integrados de telecomunicações com atuação na América Latina. No país, a companhia oferece serviços de conectividade, telefonia móvel, internet, entretenimento e soluções para empresas, com presença em aproximadamente 4 mil cidades brasileiras.
Além da tecnologia e da conectividade, a companhia mantém iniciativas voltadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento social. Dentro dessa agenda, diversidade, equidade e inclusão fazem parte dos temas trabalhados pela organização, que declara buscar um ambiente respeitoso e favorável ao crescimento e desenvolvimento de seus profissionais.
Na prática, isso significa levar o tema para diferentes momentos da experiência dos colaboradores, do onboarding ao desenvolvimento de lideranças, além de campanhas, workshops, treinamentos e outras iniciativas de sensibilização.
Quais eram os desafios da Claro
Para a Claro, diversidade, equidade e inclusão não deveriam ser assuntos restritos ao RH ou a uma área especializada. O objetivo era fazer com que esses princípios estivessem cada vez mais presentes nas decisões, relações e comportamentos cotidianos da organização.
Um dos principais desafios estava justamente na dimensão dessa transformação. Com mais de 30 mil colaboradores, segundo relato da própria empresa, e a entrada constante de novas pessoas e lideranças, o letramento sobre diversidade precisava ser contínuo.
Isso porque pessoas diferentes chegam à organização com repertórios, experiências e níveis de conhecimento distintos sobre questões relacionadas a gênero, raça, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+, diversidade etária e outros marcadores.
A educação corporativa, portanto, precisava ir além da transmissão de conceitos. Era necessário transformar temas que podem parecer abstratos em situações concretas, ajudando as pessoas a entender como agir diante de circunstâncias que podem surgir no trabalho.
Como uma liderança deve conduzir determinada situação? Como receber uma pessoa com uma realidade diferente daquela com a qual o time está acostumado? O que fazer quando alguém não sabe qual é a abordagem adequada?
Além disso, existia outro ponto fundamental: a própria experiência de aprendizagem precisava refletir os princípios defendidos pelo conteúdo. Se o objetivo era falar de inclusão, os treinamentos também precisavam ser pensados para diferentes públicos desde sua concepção.
Recursos de acessibilidade, como Libras e audiodescrição, não poderiam ser tratados simplesmente como adaptações posteriores. A inclusão precisava fazer parte do projeto educacional corportativo desde o início.
Como as metodologias da Qulture Rocks ajudaram a Claro
A parceria entre Claro e Qulture Rocks partiu da construção de uma experiência educacional conectada às situações que os profissionais poderiam encontrar no dia a dia.
Um dos principais formatos desenvolvidos foi um treinamento baseado em situações práticas e árvores de decisão.
Em vez de apenas apresentar conceitos sobre diversidade e inclusão, o conteúdo coloca a pessoa diante de um cenário e pergunta: como você reagiria nessa situação?
A partir da decisão tomada, o treinamento apresenta as consequências daquele caminho e oferece um feedback que explica por que determinada atitude é ou não adequada.
A árvore de decisão também permite trabalhar uma característica importante das situações reais: elas continuam mesmo depois de um erro. Em vez de interromper a experiência, o treinamento ajuda o participante a compreender as consequências de sua escolha, refletir sobre ela e seguir para os próximos passos.
O audiovisual foi outro elemento importante dessa construção. Ao representar situações próximas da realidade da organização, o conteúdo torna os dilemas mais tangíveis e facilita a identificação dos participantes com os cenários apresentados.
A personalização também esteve presente na construção narrativa. Os treinamentos não foram desenvolvidos como conteúdos genéricos sobre diversidade. Valores, comportamentos e elementos da cultura da Claro foram incorporados às situações para reforçar que diversidade, equidade e inclusão fazem parte de um posicionamento institucional da companhia.
Essa preocupação chegou até a escolha do elenco. A Claro participou do processo de casting e da construção dos personagens para que as representações fossem coerentes com aquilo que a empresa buscava comunicar.
Outro aspecto importante foi a acessibilidade. Recursos como Libras e audiodescrição, além de cuidados relacionados à linguagem e à experiência de diferentes públicos, fizeram parte da discussão sobre como construir treinamentos que pudessem atender mais pessoas.
A lógica era simples: quando a inclusão é considerada apenas depois que um treinamento está pronto, é necessário adaptar uma experiência que não foi originalmente pensada para todos. Quando ela faz parte do projeto desde o início, torna-se parte da própria experiência de aprendizagem.
Por que a Qulture Rocks?
Um dos principais diferenciais da parceria esteve na capacidade de construir uma solução educacional a partir da realidade da Claro.
Em vez de simplesmente entregar um conteúdo pronto sobre diversidade e inclusão, a Qulture Rocks trabalhou em conjunto com a empresa para entender quais situações deveriam ser representadas, quais comportamentos precisavam ser discutidos e como os valores da Claro poderiam aparecer ao longo da experiência.
Essa customização ajudou a aproximar um tema amplo da rotina dos profissionais.
O próprio desenvolvimento do treinamento aconteceu de forma colaborativa. A Claro participou de diferentes etapas, incluindo a construção dos cenários e a escolha do casting, para que o resultado final representasse de maneira mais fiel sua cultura e seu posicionamento.
A atenção à acessibilidade desde a concepção dos conteúdos também foi destacada pela empresa como um ponto positivo da parceria.
Os treinamentos passaram, assim, a complementar um ecossistema mais amplo de iniciativas da Claro, que inclui onboarding, workshops, sensibilização de lideranças, campanhas e conteúdos síncronos e assíncronos.
Os resultados dessa jornada aparecem principalmente em sinais qualitativos observados pela própria organização. A Claro relata maior presença do tema nas conversas internas, crescimento da participação nas campanhas e iniciativas de diversidade, aumento da audiência de conteúdos relacionados ao assunto e avaliações positivas dos treinamentos.
Segundo William Coelho, Billy Saga, especialista em Diversidade e Inclusão da Claro, o tema também aparece entre os mais bem avaliados nos treinamentos destinados às novas lideranças da organização.
São sinais relevantes para uma transformação que, como a própria Claro reconhece, não acontece de uma hora para outra. Construir uma cultura mais inclusiva exige continuidade, aprendizado e espaço para que novos comportamentos sejam incorporados progressivamente ao cotidiano.
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Assim como no projeto desenvolvido com a Claro, a proposta é partir das necessidades reais da empresa para construir uma jornada de aprendizagem alinhada ao contexto de quem vai aprender. Conheça nossa solução:


