Criar uma cultura de desenvolvimento dentro das empresas raramente começa com uma plataforma ou um catálogo de cursos. Na maioria das vezes, começa com uma pergunta mais profunda: como conectar aprendizagem, desempenho e estratégia de negócio?

Neste case de universidade corporativa, a Certisign mostra como essa conexão pode sair do discurso e ganhar forma no dia a dia da organização. A empresa estruturou uma jornada que integrou gestão de desempenho, Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) e educação corporativa em um mesmo sistema de desenvolvimento.

O resultado não foi apenas mais cursos ou treinamentos. Foi uma mudança de percepção: colaboradores passaram a enxergar a aprendizagem como parte do trabalho — e não como algo isolado.

Com apoio da Qulture Rocks, a Certisign relançou sua universidade corporativa, fortaleceu a cultura de desenvolvimento e alcançou 74% de adesão ao PDI, um número bastante expressivo quando comparado a organizações de porte semelhante.

Mas antes de chegar nesse resultado, houve uma jornada importante de diagnóstico, reconstrução e escuta. Vamos entender como essa transformação aconteceu.

Sobre a Certisign

A Certisign é uma das principais autoridades certificadoras do Brasil, especializada em soluções de certificação digital e identidade eletrônica. A empresa atua em um mercado em constante evolução tecnológica, no qual segurança, inovação e confiabilidade são pilares fundamentais.

Com centenas de colaboradores e uma atuação relevante no cenário nacional, a Certisign depende diretamente do desenvolvimento contínuo das pessoas para sustentar sua capacidade de inovação.

Por isso, investir em desenvolvimento humano não é apenas uma iniciativa de RH — é uma estratégia de negócio.

Nos últimos anos, a empresa passou por um movimento de fortalecimento de sua cultura de performance e desenvolvimento. Foi nesse contexto que surgiu a oportunidade de repensar o papel da universidade corporativa dentro da organização.

Quais eram os desafios da Certisign

Antes do relançamento da universidade corporativa, a Certisign já possuía uma estrutura de aprendizagem. No entanto, alguns sinais mostravam que algo precisava mudar.

O principal deles era claro: os colaboradores não reconheciam a universidade corporativa como um espaço real de desenvolvimento.

Mesmo existindo, ela não era percebida como um ponto de apoio para aprendizagem ou evolução profissional.

Esse diagnóstico apareceu em diferentes fontes:

  • feedbacks de colaboradores
  • conversas com lideranças
  • resultados de pesquisas internas
  • rituais organizacionais

Em outras palavras: quando alguém precisava se desenvolver, não era ali que buscava ajuda. Além disso, o modelo anterior apresentava algumas limitações importantes:

1. Falta de atratividade

A experiência da plataforma não era suficientemente intuitiva ou envolvente para estimular o uso espontâneo.

2. Curadoria limitada

Os conteúdos disponíveis não dialogavam plenamente com as necessidades do negócio ou com os desafios reais dos colaboradores.

3. Uso restrito a treinamentos obrigatórios

A plataforma acabava sendo utilizada principalmente para cursos obrigatórios — e não como um ambiente de desenvolvimento contínuo.

Esses sintomas indicavam algo maior: a aprendizagem ainda não estava integrada à cultura de performance da empresa.

Ao mesmo tempo, a Certisign estava revisitando sua gestão de desempenho. Processos de avaliação estavam sendo reconstruídos e fortalecidos, e isso trouxe uma percepção importante.

Se a empresa queria elevar a performance das pessoas, também precisava oferecer caminhos claros para desenvolvimento.

Foi nesse momento que surgiu a pergunta central: como transformar a universidade corporativa em um verdadeiro motor de desenvolvimento?

Como as metodologias da Qulture Rocks ajudaram a Certisign

A transformação começou com um movimento estruturante: reconstruir a base da gestão de desempenho.

A Certisign revisitou seus processos de avaliação, fortaleceu rituais de liderança e criou maior clareza sobre expectativas e resultados. Esse trabalho abriu espaço para um passo seguinte: conectar desempenho e aprendizagem.

A universidade corporativa da empresa, chamada Unisign, passou por um processo de relançamento e reposicionamento.

Nesse processo, a Qulture Rocks desempenhou um papel fundamental ao oferecer uma plataforma LMS integrada às práticas de gestão de pessoas da organização. O primeiro movimento foi escutar o negócio.

Antes de desenhar trilhas ou selecionar conteúdos, o time de RH conversou com:

  • lideranças;
  • áreas de negócio;
  • colaboradores;
  • stakeholders estratégicos;

A pergunta era direta: o que realmente precisa ser desenvolvido para que a empresa cresça?

A partir dessa escuta ativa, tornou-se possível construir uma curadoria alinhada às necessidades reais da organização.

Outro ponto decisivo foi a integração entre aprendizagem e PDI.

Em vez de tratar o desenvolvimento como algo separado da gestão de desempenho, a Certisign passou a conectar as duas dimensões.

Durante conversas de desenvolvimento ou feedbacks, líderes passaram a orientar seus times com mais clareza:

  • identificar competências a desenvolver;
  • registrar conversas em 1:1;
  • estruturar PDIs mais objetivos; e,
  • conectar essas necessidades a conteúdos disponíveis na universidade corporativa.

Na prática, isso trouxe uma mudança importante de mentalidade:

O PDI deixou de ser visto como um documento burocrático ou anual; ele passou a ser encarado como um processo contínuo de evolução profissional.

Essa abordagem gerou resultados rápidos.

Em apenas 45 dias, a adesão ao PDI saltou de 38% para 74%, impulsionada por três fatores principais:

  • maior clareza sobre o que é um PDI
  • apoio das lideranças nas conversas de desenvolvimento
  • integração direta com conteúdos de aprendizagem

Outro diferencial foi o cuidado com o engajamento das pessoas.

O relançamento da Unisign não aconteceu de forma silenciosa ou apenas técnica. Ele foi construído como uma jornada.

Durante quatro semanas, a empresa promoveu diferentes iniciativas para apresentar a nova universidade corporativa:

  • eventos internos de lançamento
  • talks sobre desenvolvimento
  • quizzes interativos
  • atividades lúdicas
  • trilhas iniciais de aprendizagem

A ideia era clara: mostrar que aprender pode ser leve, acessível e relevante.

Esse movimento ajudou a reforçar uma mensagem importante dentro da organização:

desenvolvimento não é uma obrigação — é uma oportunidade.

Por que a Qulture Rocks?

A escolha pela Qulture Rocks aconteceu a partir de alguns critérios estratégicos.

O primeiro deles foi qualidade de produto.

A empresa já utilizava outras soluções da Qulture Rocks para gestão de pessoas, o que trouxe confiança sobre a capacidade da plataforma de apoiar processos importantes como avaliação de desempenho, feedbacks e rituais de liderança.

Outro fator relevante foi a centralização das experiências de desenvolvimento.

Em vez de espalhar ferramentas e conteúdos em diferentes sistemas, a Certisign buscava uma plataforma que permitisse concentrar aprendizagem, desenvolvimento e gestão de pessoas em um mesmo ambiente.

Essa centralização facilita:

  • o acesso dos colaboradores;
  • o trabalho das lideranças; e,
  • a gestão estratégica do RH.

Além disso, a curadoria de conteúdos oferecida pela plataforma foi um diferencial importante.

A Certisign optou por um pacote amplo de treinamentos, permitindo que o time de RH selecionasse conteúdos que realmente dialogassem com os desafios da empresa.

Essa abordagem trouxe flexibilidade.

O RH passou a atuar menos como um organizador de cursos e mais como um arquiteto do desenvolvimento das pessoas.

Conheça a principal solução deste cliente

Histórias como a da Certisign mostram que universidades corporativas não são apenas repositórios de cursos.

Quando bem estruturadas, elas se tornam parte do sistema de desenvolvimento da empresa, conectando desempenho, aprendizagem e estratégia de negócio.

A pergunta que fica é simples:

como a aprendizagem acontece hoje dentro da sua empresa?

Ela está integrada aos rituais de liderança?
Ela apoia as conversas de desenvolvimento?
Ela ajuda as pessoas a evoluírem no dia a dia?

Se você também quer estruturar uma universidade corporativa capaz de gerar impacto real no desenvolvimento das pessoas e nos resultados do negócio, vale a pena conhecer como a Qulture Rocks pode apoiar essa jornada.