Rodar o ciclo de avaliação de desempenho não costuma ser o maior problema das empresas. O verdadeiro desafio começa depois, no momento de transformar feedbacks e formulários em desenvolvimento contínuo, com participação real das lideranças e adesão dos colaboradores.

Foi exatamente esse cenário que a EGTC decidiu enfrentar com o apoio da Qulture Rocks.

Com atuação nacional no setor de construção civil e infraestrutura, a empresa percebeu que precisava estruturar melhor seus processos de gestão de pessoas. A empresa tinha como principais objetivos:

  • ganhar mais clareza nas decisões sobre talentos;
  • fortalecer a liderança; e,
  • aumentar o protagonismo dos colaboradores no próprio desenvolvimento.

O movimento gerou uma transformação importante: a companhia saiu de índices de 38% de participação em avaliação de competências e 48% em PDIs para um processo com meta de 95% de adesão — alcançada no último dia do ciclo.

vNeste artigo, entenda os processos vividos pela EGTC e descubra como avaliação de desempenho e PDI podem deixar de ser processos isolados para se tornarem parte de uma cultura contínua de desenvolvimento.

Sobre a EGTC

A EGTC é uma empresa brasileira do setor de construção civil e infraestrutura, com sede no Rio de Janeiro e atuação descentralizada. Com mais de 20 anos de mercado, a companhia opera em frentes de obra espalhadas pelo Brasil e possui uma rotina fortemente conectada à operação presencial.

Esse contexto operacional, por sua vez, traz características importantes para a gestão de pessoas, como equipes distribuídas e lideranças técnicas e profissionais atuando em projetos com diferentes níveis de complexidade e realidades distintas.

Nesse cenário, estruturar processos consistentes de avaliação de desempenho e desenvolvimento exigia não só tecnologia, mas também adaptação à rotina do negócio.

Quais eram os desafios da EGTC

Apesar dos resultados positivos da empresa no negócio, a área de RH identificou uma necessidade crescente de profissionalizar a gestão de desempenho e trazer mais previsibilidade para decisões sobre pessoas.

Antes da estruturação do processo, muitas decisões eram tomadas com base na experiência e percepção das lideranças — o que funcionava até certo ponto, mas dificultava atividades como:

  • padronização das avaliações;
  • transparência para os colaboradores;
  • consolidação de histórico;
  • comparação de dados; e,
  • acompanhamento estruturado da evolução das pessoas.

Além disso, existia um desafio importante de engajamento. Segundo Glaucia Gouveia, gerente de RH da EGTC, os números de adesão estavam abaixo do esperado:

“Pensando em 2024, quando a gente tinha uma participação na avaliação de competências de 38% e no PDI de 48%, isso chamava atenção”, afirma a gerente.

Outro ponto crítico era o contexto operacional da empresa. Com equipes espalhadas em obras e lideranças focadas na entrega técnica dos projetos, o RH precisava responder a uma pergunta central:

como fazer o desenvolvimento ganhar relevância nas rotinas descentralizadas do negócio?

Como as metodologias da Qulture Rocks ajudaram a EGTC

A transformação começou pela revisão completa da jornada de gestão de desempenho.

Segundo a EGTC, trocar apenas a plataforma não resolveria o problema: era necessário redesenhar o processo para gerar pertencimento, clareza e participação das lideranças.

Por isso, a empresa iniciou uma construção colaborativa envolvendo os seguintes processos:

  1. revisão de competências;
  2. reformulação dos formulários;
  3. escuta ativa das lideranças;
  4. mapeamento de dores;
  5. treinamento presencial nas obras;
  6. acompanhamento próximo do RH.

O resultado foi uma mudança importante na percepção sobre avaliação de desempenho e PDI, como explicamos a seguir.

PDI mais próximo da realidade do colaborador

Um dos diferenciais do processo foi levar o RH para perto da operação: as consultoras de RH passaram a visitar obras, apoiar colaboradores presencialmente e ajudar na construção dos PDIs com base na realidade de cada profissional.

Esse movimento ajudou a transformar o PDI em algo mais concreto e aplicável:

Segundo Glaucia:

“A gente foi para campo, estando em campo, alguns plantões ali oferecendo para os nossos colaboradores essa oportunidade de ter realmente uma ajuda.”

A lógica deixou de ser apenas “preencher um plano” e passou a focar em:

  • desenvolvimento contínuo;
  • acompanhamento;
  • alinhamento entre carreira e negócio;
  • protagonismo do colaborador.

Integração entre avaliação, feedback e desenvolvimento

Outro ponto importante foi a integração entre diferentes práticas de gestão:

Isso permitiu centralizar informações e criar histórico sobre cada colaborador, facilitando tanto o acompanhamento da liderança quanto a tomada de decisão do RH.

IA aplicada ao PDI

A EGTC também passou a utilizar inteligência artificial no processo de desenvolvimento. Com base nos resultados da avaliação de desempenho, a IA:

Segundo Glaucia, esse foi um dos momentos de maior engajamento nos treinamentos internos: “Quando abre ali a plataforma e mostra o poder da IA, tem sido o ponto alto”, afirma.

Além de acelerar o processo, a tecnologia ajudou o RH a elevar o nível das discussões sobre desenvolvimento, deixando a curadoria básica para focar em direcionamento mais estratégico.

Por que a Qulture Rocks?

Na visão da EGTC, um dos principais diferenciais da Qulture.Rocks foi a flexibilidade.

A empresa precisava de uma plataforma capaz de acompanhar mudanças frequentes de operação, movimentações de liderança e adaptações no processo sem comprometer o ciclo de avaliação.

Segundo Glaucia, “o que chamou mais atenção foi a possibilidade de adaptar e de ter flexibilidade.”

Entre os fatores destacados pela empresa estão:

  • adaptação da plataforma à realidade do negócio;
  • possibilidade de ajustes mesmo durante o ciclo;
  • integração entre avaliação, PDI e aprendizagem;
  • acompanhamento em tempo real;
  • apoio consultivo do time da Qulture.Rocks;
  • uso de IA aplicada ao desenvolvimento.

Outro ponto importante foi a possibilidade de centralizar toda a jornada do colaborador em um único ambiente, evitando perda de histórico e reduzindo a dependência de controles paralelos.

Conheça a principal solução deste cliente

A experiência da EGTC mostra que avaliação de desempenho e PDI geram muito mais resultado quando deixam de ser processos isolados e passam a funcionar como parte de uma estratégia contínua de desenvolvimento.

Mais do que aumentar adesão, a integração entre avaliação, liderança, feedback e desenvolvimento ajudou a empresa a fortalecer a atuação do RH, apoiar decisões mais estratégicas e criar uma rotina mais próxima do crescimento real das pessoas.

Ficou curioso para entender como estruturar avaliações e PDIs mais conectados à realidade da sua empresa? Conheça as soluções da Qulture.Rocks para gestão de desempenho e desenvolvimento contínuo.